A História da Lemúria

A Terra de MU [coincidência: inverso de UM!] também é conhecida na literatura como Lemúria [derivada do nome Lemur, um primata que vive ainda hoje na Ilha da Madagascar, ao lado da África]. Com relação à relação da Lemúria com a raça humana atual, o pesquisador Michael Tsarion gravou um vídeo de sua palestra:
http://video.google.com/videoplay?docid=-3036666289532383972&q=tsarion+evil na conferência Conspiracy 2005, intitulada “As Origens do Mal”. Vou fazer um pequeno resumo dela:

O topo da pirâmide de controle social [hoje em dia] é constituído por visitantes extraterrestres (ou seus descendentes diretos) que vieram para a Terra entre 30.000 e 50.000 anos atrás. Eles são chamados de vários nomes: Nephilim (na Bíblia), Anunnaki (pelos antigos sumérios, segundo Zecharia Sitchin), Gigantes, Titans, Anjos Caídos, Watchers, Elders, Filhos de Seth, Olympians, Dogons, Nagas, Reis Dragões, Irmandade da Serpente, o Povo da Serpente, etc.

Existem mais de 35.000 textos que falam sobre eles. Na Bíblia, por ex., Isaías: “Eles vieram de um país distante, do fim do céu…para destruir toda a terra”, “Quem são esses que voam numa nuvem, como as pombas para suas janelas…?”.

Esses seres humanoides, cientificamente avançados (Anjos Caídos), vieram à Terra após serem forçados a deixar seus próprios planetas e serem perseguidos pela galáxia, entrando no nosso sistema solar. Eles inicialmente pousaram no planeta Tiamat, que existia entre Marte e Júpiter, onde eles instalaram um centro de despistamento automático – sem necessidade da presença de seres vivos. Eles então vieram para a Terra, onde se refugiaram em cavernas no subsolo. Tiamat era um vasto planeta com oceano em toda a superfície, conhecido como “O Segundo Sol” [devido ao seu intenso brilho, refletindo a luz do nosso Sol], 15 vezes maior do que a Terra. Tiamat não existe hoje, porque ele foi destruído pelos perseguidores dos Anunnaki. Esta destruição causou o Grande Dilúvio na Terra [ocorreu, portanto, entre 30.000 e 50.000 anos atrás] e gerou também a formação do atual cinturão de asteroides, presente entre Marte e Júpiter.

Este cataclisma está registrado em muitos lugares. No livro sumério Enuma Elish: “Vá e tire a vida de Tiamat, e deixe os ventos levar seu sangue para lugares secretos…”. No Livro de Enoque: “E veja, uma estrela caiu do céu e as crianças da terra começaram a tremer ante eles e a fugir deles…”

Os Nephilim, no entanto, não estavam em Tiamat, mas escondidos no interior da Terra. Após o Dilúvio [resultante da explosão de Tiamat], eles emergiram para a superfície e estabeleceram sua base em Atlântida, que ficava no grande continente chamado Appalachia [note: Atlântida era uma cidade e não um continente]. A partir daí eles começaram a fazer contato com os habitantes nativos da Terra [o homem primitivo, bom por natureza, humano]. Esses ETs, Povo da Serpente, cometeram o Grande Pecado [não cometido pelos outros ETs que visitaram/visitam nosso planeta]: fizeram a hibridização genética, misturando genes humanos com o DNA alienígena deles. Isto está registrado em muitos lugares; Bíblia (Gênese): os filhos de Deus vieram ter com as filhas dos homens, e elas tiveram filhos com eles…; texto nórdico: Vamos agora e sequestremos ela e coloquemos nossa semente nela, para que então ela fique poluída e ela não seja capaz de ascencionar para sua luz, mas aqueles que ela gerar irão nos servir [Deus precisa de serventes, agora?]. Esses primeiros seres híbridos da Atlântida [avançados cientificamente e ainda com alto componente humano de bondade] se revoltaram contra o Povo da Serpente e fizeram o êxodo para a Lemúria [ou Mu, Mu-devi é a Deusa Mãe Hindu]. Esta rebelião e êxodo dos (primeiros) “Filhos da Serpente” levou os Atlantes a projetar um segundo programa de hibridização, gerando uma raça “Adâmica”, com menos inteligência, para não se revoltar novamente contra seus criadores. Eles eram de ambos os sexos, mas não se reproduziam no início. Eram excelentes servos (escravos) no “Jardim do Eden”…

A primeira raça de seres humanos híbridos, os primeiros “Filhos da Serpente” [TODOS nós somos mais-ou-menos híbridos, atualmente], que tinha ido anteriormente para a Lemúria tomou conhecimento da nova geração, pelo Povo da Serpente que habitava a Atlântida, de uma segunda raça humana híbrida, mais emburrecida, a raça adâmica [de Adão e Eva]. Como a raça adâmica era “prima genética” deles, os Filhos da Serpente enviaram emissários para o Jardim do Éden, dos Adãos e Evas, para tentar alertá-los e liberá-los da escravidão em que se encontravam e acompanhá-los para a Lemúria, onde eles seriam iniciados em tudo o que tinha sido escondido deles (dos adâmicos). Conta a história, que a Serpente (na realidade o Filho da Serpente, lemuriano) tentou alertar os Adãos, mas por eles serem mais primitivos (mais emburrecidos), eles resistiram. As Evas, por serem mais evoluídas, responderam mais favoravelmente e, por causa disso, foram discriminadas em toda a história humana posterior [quantas mulheres foram Papas, chefes de estado, etc.?]. É importante notar que tanto o Povo da Serpente [Nefilim, Anunnaki, etc], quanto os Filhos da Serpente, não tinham corpo com o formato de serpentes, mas corpos humanos (porém reptilianos). A palavra semítica para “serpente” é: NHSH (nahash) que significa “descobrir” ou “encontrar”. Isto evidentemente se refere à CIÊNCIA. Os Nefilim eram super-cientistas, e seus corpos não eram exatamente como serpentes…

Vejamos um pouco do simbolismo de Adão e Eva. O nosso mundo atual não começou com Adão, mas com Eva; foi por meio dela que a serpente persuadiu Adão a desobedecer. A serpente não pôde persuadir Adão diretamente; é como se não houvesse um modo direto de persuadir o homem. Se você quiser atingir o homem, precisará fazer isso por meio da mulher. Quando Cristo nasceu, nasceu da Virgem Maria. O Cristo menino nasceu da feminilidade virgem. O mais inferior e o mais elevado são ambos expressos por meio da mulher.

Adão significa “terra vermelha”. Deus fez Adão a partir da terra vermelha; o homem é o princípio exterior, da extroversão, é o corpo físico. O homem é o corpo físico e Deus criou Eva a partir do corpo físico do homem. Eva era algo mais elevado. Primeiro o homem precisou ser criado, e depois a mulher. O feminino era algo mais sutil, mais sofisticado, de uma síntese superior. Eva foi criada de uma costela e não poderia ser criada diretamente da terra.

Para entender esses símbolos, considere que você não pode comer lama, mas pode comer maçãs, que estão num plano mais elevado. As maçãs vêm da terra, as árvores crescem da terra, então a maçã nada mais é do que terra transformada. Você pode comer a maçã e pode digeri-la, mas não viverá se ficar comendo apenas terra. A maçã é da terra, mas é uma síntese superior, melhor, mais digerível.

Deus criou Adão e, na maneira de ver do homem, ele é o primeiro porque Deus o criou primeiro. Não, o homem foi criado primeiro porque está muito próximo da terra. Depois a mulher foi criada – ela não está tão próxima da terra. Ela foi criada a partir de Adão e é uma síntese superior [Osho].

O nome Eva também é significativo; ele significa “coração”. Adão significa terra, Eva significa coração. Deus disse a Adão para dar nome às coisas; então ele deu nome a tudo e, quando foi dar nome a Eva, simplesmente disse: “Ela é o meu coração, Eva”. Esse se tornou o nome de Eva. Eva ou Eve significa coração, e traduzido para o jargão moderno, significa psique. O homem é o princípio corporal, a mulher é a psique; o homem é corpo, a mulher é mente. E tudo acontece por intermédio da mente.

Os alienígenas geneticistas da Atlântida não desejavam repetir o erro do primeiro experimento deles [que gerou os primeiros Filhos da Serpente, que fugiram para a Lemúria]. Eles descobriram que o erro que eles fizeram estava centrado na Inteligência dos seres gerados. Portanto, no segundo experimento, que gerou a raça adâmica, a inteligência foi propositadamente diminuída. Na Bíblia, a palavra “Nu” é um eufemismo para um ser no estado de ignorância intelectual/psicológica (estado de burrice).

A palavra Adão vem de ADOM, que significa “cortado” ou “dividido” (o que levou à diminuição de sua potencialidade). O Mal surge quando vamos contra a Natureza. Nossa parte humana vai a favor da Natureza, mas a nossa parte alienígena [do “Deus” tirânico do Velho Testamento, dessa raça alienígena, responsável pelo nosso córtex/mente reptiliano R] vai contra a Natureza, e nos leva, portanto, ao nosso comportamento maléfico.

Eric Fromm: A descrição detalhada da vida dos caçadores primitivos e dos coletores de comida tem mostrado que o homem – pelo menos até ele emergir completamente há 50.000 anos atrás – não era o ser cruel, destrutivo e brutal, e portanto não era o protótipo do “homem matador” que nós encontramos em tempos mais recentes.

A verdadeira diferença entre o homem e os animais é que o homem é o único que mata e tortura sua própria espécie, sem qualquer razão e sente prazer em fazer isso!! Esta agressão “maligna” programada (herdada dos alienígenas) – contra si, contra os outros, contra o ambiente – constitui o problema real e o principal perigo para a existência do homem como uma espécie. A história de todas as guerras prova isso.

O Premio Nobel Konrad Lorenz diz: “O homem (atual) é o elo perdido entre os macacos e os seres humanos (originais, não hibridizados)”. A Ioga não é uma religião, mas uma técnica implementada já na época da Lemúria, para tratar da limpeza e higienização do corpo, para tentar recuperar a saúde biológica e psicológica subtraídas de nós pelos Anunnaki, na Atlântida.

Houve uma Guerra dos Deuses [guerra atômica/nuclear], entre a Atlântida e a Lemúria, que acabou levando à destruição dessas duas civilizações. Parte dos lemurianos conseguiu se salvar em um abrigo subterrâneo debaixo do Monte Shasta [4.300 metros de altura], na Califórnia-USA, numa cidade subterrânea conhecida pelo nome de Telos. Eles estão lá até hoje. O Monte Shasta representa o ponto de entrada da Rede de Luz deste planeta. É o local onde a maior parte das energias chega inicialmente ao planeta, da galáxia e do núcleo universal, antes de ser disseminada para outras montanhas e para o resto das redes do planeta. Aí fica o lar dos lemurianos que sobreviveram ao afundamento da Lemúria há cerca de 12.000 anos atrás. Eles estão bem, fisicamente vivos, desfrutando de uma existência na quinta dimensão, ainda não visível aos nossos olhos. A vibração da “superfície” está atualmente em trânsito da realidade da terceira dimensão para a quarta/quinta dimensão. Essas outras dimensões já existem à nossa volta, mas a maioria das pessoas que vive na superfície não possui ainda a consciência suficientemente desenvolvida para se aperceber delas.

O enorme continente da Lemúria desapareceu numa noite no Oceano PACÍFICO, há pouco mais de 12.000 anos atrás, durante um grande cataclismo. Todos os habitantes da Terra consideravam a Lemúria, nesta altura, como a sua mãe pátria. Nessa ocasião, cerca de 25.000 Lemurianos conseguiram migrar para o interior do Monte Shasta, que era o mais importante dos centros administrativos anteriores ao afundamento da pátria mãe. Os irmãos e irmãs Lemurianos ainda estão aqui em corpos físicos imortalizados, totalmente ilimitados e vivendo numa realidade de quinta dimensão.

Verdadeiramente, como espécie ainda não entendemos que somos convidados do planeta, convidados da graciosa Mãe-Terra, que se voluntariou para fornecer uma plataforma de evolução para muitos reinos aqui morarem. Os Humanos apenas representam um desses reinos.

Os Lemurianos de Telos vivem nas profundezas, em casas redondas, desfrutando de saúde ilimitada, riqueza e verdadeira fraternidade, preservando sua cultura ancestral. Os Lemurianos de Telos, que vivem dentro da montanha, são comumente descritos como seres graciosos, de 2,13 metros de altura, ou mais, e cabelos longos e flutuantes. Vestem geralmente roupas brancas e sandálias. Desenvolveram o sexto sentido, o que lhes possibilita a comunicação entre eles através da percepção extra-sensorial. Podem também teleportar-se e tornarem-se invisíveis consoante queiram. A sua língua materna é o Lemuriano, denominado Solara Maru, mas também falam um inglês impecável com um ligeiro sotaque britânico. Escolheram aprender, como segunda língua, o inglês porque estão localizados na América do Norte. Anos atrás, o Dr. M. Doreal visitou Telos e escreveu que “a luz dentro da montanha era tão brilhante como a de um dia de Verão, porque, suspensa quase no centro do espaço daquela grande caverna, estava uma radiosa massa de luz”. Os Lemurianos já dominavam a energia atômica, as competências telepáticas e de clarividência, a eletrônica e a ciência há 18.000 anos atrás. Possuem, portanto, tecnologia que faz com que os residentes da terceira dimensão da superfície pareçam crianças quando comparados com eles. Controlam a maior parte de sua tecnologia com a mente.

Hoje eles têm uma frota de naves (discos voadores) chamada “Frota Prateada”, com as quais entram e saem da montanha em quinta dimensão e vão para o espaço. Possuem também a capacidade de construir as suas naves invisíveis e insonoras, para evitarem serem detectadas pelos militares. Existem informações que dizem que essas naves [junto com outras naves de outras origens] seriam usadas no nosso resgate da superfície terrestre externa, se as condições ambientais para sobrevivência estiverem totalmente inviáveis.

O Monte Shasta não é só a casa dos Lemurianos, mas também um portal multidimensional interplanetário e intergaláctico. A cada dimensão ou plano de expressão da ordem cósmica, corresponde uma gama de freqüências vibratórias. Assim, as estruturas invisíveis, com uma frequência vibratória mais elevada do que a nossa no plano físico tridimensional, terão de ganhar densidade (vibrar numa frequência mais baixa) para se tornarem visíveis para nós.

“Quando perderes, não percas a lição”, Dalai Lama.

Abaixo segue algumas informações fornecidas supostamente pelo Sacerdote Adama, da cidade subterrânea de Telos.

No início, este planeta foi criado com sete grandes continentes. Quase desde o princípio, muitas colônias de civilizações extraterrestres vieram viver aqui. Alguns permaneceram por períodos curtos, enquanto outros ficaram durante mais tempo.

Os pormenores referentes a esta era passada da História da Terra estão registrados na biblioteca Porthologos, na Terra Interna [existe uma rede de cidades subterrâneas habitadas no interior de nosso planeta], e também na nossa biblioteca Lemuriana de Telos. Muito poucos dos verdadeiros fatos da longa História deste planeta permanecem na “superfície” nos dias de hoje.

Acerca de 4.500.000 anos a.C., o Arcanjo Miguel, com a sua equipe de anjos da Chama Azul e muitos seres do Reino da Luz, com a bênção do Pai-Mãe-Deus, escoltaram para este planeta as primeiras Almas que se tornariam a semente da raça lemuriana.

As Almas novas encarnadas neste planeta vieram originariamente da Terra de MU, no Universo de Dahl. Nesta altura, a Terra expressava em todos os locais uma perfeição, uma abundância e uma beleza difíceis de imaginar hoje em dia. Era, de fato, o mais magnificente paraíso deste Universo e de toda a Criação e esta perfeição foi mantida durante alguns milhões de anos, até o início da queda da consciência, que ocorreu durante a quarta Idade do Ouro.

Finalmente, outras raças de Sírius, Alfa Centauro e Plêiades, e mais alguns planetas, vieram e juntaram-se a estas Almas- “sementes” para também elas evoluírem. À medida que estas raças se misturavam, formavam, em conjunto, a Civilização Lemuriana. A Lemúria, a Mãe-Pátria, tornou-se o berço de uma civilização iluminada neste planeta, apoiando também o nascimento de muitas outras civilizações. A Era da Atlântida nasceu mais tarde.

No início, estas Almas maravilhosas, que vieram de MU para a “grande aventura”, tiveram de ajustar-se e aclimatar-se a muitas experiências novas. Mais tarde, quando ganharam confiança, vieram a colonizar todo o continente lemuriano, que era vasto e se estendia adentro pelo que vocês conhecem hoje como o Oceano Pacífico e além dele.

Antes da Queda, os Lemurianos não estavam completamente em expressão física tal como vocês o entendem atualmente. Neste tempo, a Terra existia numa expressão de quinta dimensão e eles viviam principalmente nos seus corpos vibracionais de Luz de quinta dimensão, com a capacidade de diminuírem a sua vibração para experimentarem, nos seus corpos, níveis vibracionais mais densos, voltando para os corpos de Luz quando quisessem.

Obviamente que estes fatos registraram-se há muito tempo atrás, antes da chamada “Queda”, que trouxe a diminuição gradual da vibração da consciência desta maravilhosa raça e também de todos os outros seres vivos deste planeta. O nosso povo, como muitas outras civilizações, caiu definitivamente para o nível da quarta dimensão e, mais tarde, por completo para o da terceira dimensão. Esta queda da consciência aconteceu num período de alguns milhares de anos.

Abaixo informações de Adama e Sharula Dux, ambos de Telos. Sharula Dux é uma jovem, com pouco mais de 300 anos de idade, que veio da cidade de Telos, com seu marido Shield. Atualmente eles moram na nossa superfície [atuando como embaixadores de Telos], com residência no estado do Novo México-EUA. A Era Lemuriana estendeu-se de aproximadamente 4.500.000 a.C. até cerca de 12.000 anos atrás. Até o afundamento dos continentes da Lemúria, e depois da Atlântida, existiam sete continentes maiores neste planeta. O território pertencente ao gigantesco continente da Lemúria incluía as terras atualmente sob o Oceano Pacífico, bem como o Havaí, as Ilhas de Páscoa, Fidji, a Austrália e a Nova Zelândia. O continente incluía também terras no Oceano Índico e Madagascar. A costa leste da Lemúria prolongava-se até a Califórnia e parte da Colúmbia Britânica no Canadá. Como resultado de guerras [a “Guerra dos Deuses”, citada anteriormente], assistiu-se a uma grande devastação na Lemúria e Atlântida. Há 25.000 anos atrás, a Atlântida e a Lemúria, duas das mais desenvolvidas civilizações daquele tempo, batiam-se uma contra a outra por causa de “ideologias”. Tinham duas ideias diferentes acerca de qual seria a direção indicada para a continuidade de outras civilizações neste planeta. Os Lemurianos acreditavam que as outras civilizações menos evoluídas deveriam ser deixadas sozinhas para continuar a sua própria evolução, ao seu próprio ritmo, de acordo com os seus próprios entendimentos e caminhos [lemurianos=seres do bem!].

Por sua vez, os Atlantes pensavam que as culturas menos evoluídas deveriam ser controladas pelas duas civilizações mais evoluídas [atlantes=seres do mal!]. Esta discórdia causou uma série de guerras termonucleares entre a Atlântida e a Lemúria. Quando as violentas guerras acabaram e a poeira radioativa assentou, não sobraram vencedores.

Durante estes anos devastadores, as pessoas que eram altamente civilizadas decaíram para níveis de comportamento realmente baixos. Finalmente, a Atlântida e a Lemúria tornaram-se vítimas da sua própria agressão e as terra-mãe de cada um desses continentes enfureceram-se por causa daquelas guerras. As pessoas foram, então, informadas, através dos sacerdotes, de que, em menos de 15.000 anos, os seus continentes seriam destruídos.

Mas, naqueles tempos, e porque as pessoas viviam habitualmente de 20.000 a 30.000 anos, eles compreenderam que muitos que tinham causado aquela devastação viveriam a experiência dessa grande destruição.

Na época da Lemúria, a Califórnia fazia parte do território lemuriano. Ora, quando os Lemurianos se aperceberam de que a sua terra estava destinada a perecer, eles fizeram uma petição para Shambala-a Pequena, então a cabeça da rede de Agartha, para que lhes fosse permitido construir uma cidade debaixo do Monte Shasta, de forma a preservar a sua cultura e os seus registros.

Shamballa, a Pequena, é habitada pela civilização Hiperbórea, que deixou a superfície do planeta há bem mais de 40.000 anos. [De acordo com Helena P. Blavatsky, na sua obra A Doutrina Secreta, os Hiperbóreos pertencem à Segunda Raça Raiz, criada para este planeta, andrógina, ainda etérea, vivendo “…num país que se estendia para além de Bóreas, o Deus de coração gelado…, que gostava de dormir pesadamente sobre a cordilheira dos Montes Rifeus. Era um continente real…, que não conhecia o Inverno naqueles tempos primitivos…”]. Os Hiperbóreos estavam, naquele tempo, como responsáveis pela tomada de decisões na rede de Agartha, que consiste, atualmente, de cerca de 120 Cidades de Luz subterrâneas, a maioria das quais habitadas por Hiperbóreos. Quatro das cidades desta rede são habitadas por Lemurianos e algumas outras por Atlantes.

Assim, com o objetivo de obterem permissão para construir uma cidade, e tornar-se parte da rede subterrânea de Agartha, os Lemurianos tiveram de provar a muitos organismos, como a Confederação Galáctica dos Planetas, que haviam aprendido a sua lição, a partir dos anos de guerra e agressão. Tiveram de provar que tinham aprendido suas lições de Paz para serem aceitos de novo como membros da Confederação.

Quando a autorização foi concedida para construírem a sua cidade, foi entendido que esta área sobreviveria aos cataclismos previstos. Existia já uma enorme caverna abobadada dentro do Monte Shasta. Os Lemurianos construíram a sua cidade, denominada Telos, que era também o nome de toda esta área, na época. Telos inclui também as terras a norte do Monte Shasta, ao longo da Costa Oeste, até a Colúmbia Britânica. Telos significa comunicação com o Espírito, comunhão com o Espírito e entendimento com o Espírito.

Telos foi construída com o propósito de albergar aproximadamente 200.000 pessoas. No entanto, quando o continente da Lemúria foi destruído, o que aconteceu um pouco antes do previsto, muitas pessoas não conseguiram chegar à cidade de Telos a tempo de se salvarem e, quando o cataclismo ocorreu, apenas 25.000 pessoas chegaram ao interior da montanha e foram salvas. Este número era o que restava da cultura lemuriana nesta altura. Os registros tinham sido previamente removidos da Lemúria para Telos.

É sabido que a amada mãe-pátria desapareceu numa noite. O continente afundou tão silenciosamente que a maioria das pessoas estava totalmente inconsciente em relação ao que se estava a passar. Durante a ocorrência praticamente todos dormiam. Não foram manifestadas condições meteorológicas inusitadas naquela noite.

Vários sacerdotes e sacerdotisas permaneceram na Lemúria como voluntários para desaparecerem com a terra e o seu povo, prestando apoio com a sua radiação, espalhando conforto e coragem. Na verdade, essa ajuda foi oferecida para contrapor o medo que acompanha sempre as atividades cataclísmicas. Estes afetuosos benfeitores, pela radiação do seu sacrifício, rodearam, literalmente, as auras das pessoas num manto de paz, permitindo assim a criação de um veículo de libertação do medo, de modo a que os corpos etéreos daqueles fluxos de vida não fossem tão severamente marcados. Ou seja: salvaram essas pessoas de, numa futura encarnação, terem de experimentar consequências mais trágicas.

Lorde Himalaya, em 1959, disse: “Muitos membros da classe sacerdotal colocaram-se em pequenos grupos estratégicos, em vários locais, e rezaram e cantaram à medida que afundavam sob as águas (cantavam a melodia conhecida hoje como Auld Lang Syne). A ideia de suporte desta ação era a de que todas as experiências horríveis deixam uma cicatriz e um trauma no corpo etéreo e na memória celular das pessoas, que leva várias vidas encarnadas para curar”.

Ao mesmo tempo que a Lemúria desaparecia, a Atlântida começou a tremer e a perder partes das suas terras. Este fenômeno continuou durante 200 anos até a fase final, quanto o resto do continente submergiu completamente. Dois mil anos após as catástrofes lemuriana e atlante, o planeta ainda tremia. Ao longo desses 200 anos, a Terra perdera duas das suas principais massas continentais, constituindo este fato tal fracasso e trauma, que foram necessários vários milhares de anos ao planeta para recuperar o seu equilíbrio e tornar-se de novo um bom hospedeiro de vida. Durante centenas de anos, após a destruição dos dois continentes, os detritos atirados para a atmosfera eram tantos que não era possível à Terra vivenciar o brilho de um dia de Sol. A atmosfera tornou-se muito fria porque os raios de Sol não conseguiam penetrar a camada tóxica de detritos e, assim, muito pouco alimento era capaz de se criar. Uma enorme percentagem de animais e plantas morreram. A não existência de evidências das civilizações lemuriana e atlante deve-se ao fato de as cidades do planeta que não submergiram terem sido reduzidas a escombros ou aniquiladas por terremotos ou marés gigantes.

As condições de vida para as civilizações que sobreviveram a estes cataclismos foram tão duras que as pessoas tornaram-se bastante assustadiças, deteriorando-se a sua qualidade de vida a um ritmo muito rápido. Para os que sobreviveram às calamidades, o legado foi a fome, a pobreza e as doenças.

A altura original da raça humana neste planeta era de aproximadamente 3,65 metros. Os Hiperbóreos tinham, e ainda têm, 3,65 metros e nenhum deles vive atualmente na dimensão da “superfície”. Na época em que a Lemúria submergiu, a altura dos Lemurianos foi reduzida para 2,13 metros e ainda permanecem, até esta data, com alturas entre 2,13 e 2,43 metros. Desde então, houve ainda mais diminuições da altura no planeta. Muitos de nós, que vivem na superfície, medimos 1,82 metros ou menos. À medida que a nossa civilização for evoluindo, estes corpos de grande dimensão serão restaurados. Hoje em dia, as pessoas da superfície estão a tornar-se muito mais altas do que eram há 100 anos atrás.

A História da Lemúria –

Uma Mensagem de Adama

Em nome do Conselho Lemuriano de Telos, em nome de Ra e Rana-Mu, rei e rainha de Telos, é com grande alegria, amor e honra que vos cumprimentamos. Enquanto abrimos os nossos corações a vós, pedimos que também abram os vossos para nós, proporcionando assim uma grande cura.

Apoiar-vos-emos na construção de comunidades de Amor e Luz como nunca antes realizado e sem a interferência de quaisquer forças negativas que permearam este planeta por tanto tempo.

Vocês estão agora a experimentar as últimas horas de escuridão, enquanto a aurora já espreita. Apesar de irem experimentar à superfície as alterações que há muito antecipam, pedimos-vos que entendam essas alterações como o “parto” do vosso planeta. Que o tempo está sobre vós e é muito importante que permaneçam centrados no vosso Eu Sou. Não se permitam mergulhar no medo, meus queridos, e aceitem todas as mudanças e trocas que irão apresentar-se perante vós, independentemente do que vivenciarem à vossa volta. Acolham tudo isso como se fosse a mão de Deus criando um novo mundo para vós.

Muito auxílio, de muitos pontos, estará à vossa disposição e também nós vos oferecemos o nosso apoio. Peçam-nos, simplesmente, a partir do vosso coração, e estaremos aí para vos assistir.

O objetivo do resumo da tragédia do afundamento do nosso continente, há 12.000 anos, foi trazer-vos de volta a consciência dos pesados registros gerados pela devastação e destruição. É agora tempo de curar tudo isso, começando com o teu próprio ser. Estes registros antigos estão a causar, até a atualidade, uma espécie de nevoeiro espiritual na consciência da humanidade. Muitos de vós fecharam a consciência à recordação de conhecimentos mais elevados, porque a dor era insuportável.

Após algum tempo, estejam certos de que a longa e escura noite será completamente relevada. Não haverá mais sofrimento, nem lágrimas à superfície deste planeta. Se houver lágrimas, serão apenas de alegria e êxtase. Juntos, manifestaremos o mais glorioso destino para todos aqueles que assim escolherem.

Criamos a Nova Lemúria na quinta dimensão, um paraíso de maravilhas e magia. Tudo quanto sonharam está aqui e muito mais. Quando chegar o momento, em conjunto com todos vós, estenderemos a Lemúria à dimensão da superfície deste planeta. Ensinar-vos-emos tudo quanto sabemos e tudo o que aprendemos nestes últimos 12.000 anos do nosso isolamento das pessoas da superfície.

Eu Sou Adama e comigo os companheiros Lemurianos, em conjunto, aplaudimos a vossa vitória.

LEMÚRIA

A cerca de 4 500 000 anos a.C. , o Arcanjo Miguel, com a sua equipe de anjos da Chama Azul e muitos seres do Reino de Luz, com a bênção do Pai-Mãe-Deus, escoltaram para este planeta as primeiras Almas que se tornariam a semente da raça lemuriana.

As Almas novas encarnadas neste planeta vieram originalmente da Terra de MU, no Universo de Dahl. Nessa altura, a Terra expressava em todo o lado uma perfeição, uma abundância e uma beleza difíceis de imaginar hoje em dia. Finalmente, outras raças de Sírius, Alfa Centauro e Plêiades, e mais alguns planetas, vieram e juntaram-se a estas Almas “semente” para também elas evoluírem.

Lemúria, a Mãe-Pátria, tornou-se o berço de uma civilização iluminada neste planeta.

Nesse tempo, a Terra existia numa expressão de 5.ª dimensão e eles viviam principalmente nos seus corpos vibracionais de Luz de 5.ª dimensão, com a capacidade de diminuírem a sua vibração para experimentarem, nos seus corpos, níveis vibracionais mais densos, voltando para os corpos de Luz quando quisessem.

A Era Lemuriana estendeu-se de aproximadamente 4 500 000 a.C. até cerca 12 000 anos atrás.

O território pertencente ao gigantesco continente da Lemúria incluía as terras atualmente sob o Oceano Pacífico, bem como o Havaí, as Ilhas de Páscoa, Fidji, a Austrália e a Nova Zelândia. O continente incluía também terras no Oceano Índico e Madagascar. A costa este da Lemúria prolongava-se até à Califórnia e parte da Colúmbia Britânica no Canadá.

Há 25 000 anos atrás, a Atlântida e a Lemúria, duas das mais desenvolvidas civilizações daquele tempo, batiam-se uma contra a outra por causa das “ideologias”.

Tinham duas ideias diferentes acerca de qual seria a direção indicada para a continuidade de outras civilizações neste planeta. Os Lemurianos acreditavam que as outras civilizações menos evoluídas deveriam ser deixadas sozinhas para continuar a sua própria evolução, ao seu próprio ritmo, de acordo com os seus próprios entendimentos e caminhos.

Por sua vez, os Atlantes pensavam que as culturas menos evoluídas deveriam ser controladas pelas duas civilizações mais evoluídas.

Esta discórdia causou uma série de guerras termonucleares entre a Atlântida e a Lemúria. Quando as guerras acabaram e a poeira assentou não sobravam vencedores.

O nosso povo, como muitas outras civilizações, caiu definitivamente para o nível da 4.ª dimensão e, mais tarde, por completo para o da 3.ª dimensão.

A Atlântida e a Lemúria tornaram-se vítimas da sua própria agressão e as terras-mãe de cada continente enfureceram-se por aquelas guerras.

As pessoas foram então informadas, através dos sacerdotes de que, em menos de 15 000 anos, os seus continentes seriam destruídos.

Assim, com o objetivo de obterem permissão para construir uma cidade e tornar-se parte da rede subterrânea de Agartha, os Lemurianos tiveram de provar a muitos organismos, como a Confederação Galáctica dos Planetas, que haviam aprendido a sua lição a partir dos anos de guerra e agressão.

Com a permissão concedida, os Lemurianos construíram a sua cidade, denominada Telos, com o propósito de albergar aproximadamente 200 000 pessoas.

De fato, quando o continente foi destruído, o que aconteceu um pouco antes do previsto, muitas pessoas não conseguiram chegar à cidade de Telos a tempo e, quando o cataclismo ocorreu, apenas 25 000 pessoas chegaram ao interior da montanha e foram salvas.

É sabido que a amada mãe-pátria desapareceu numa noite. Disse o Mestre Himalaya, através de Geraldine Innocenti (a Chama Gêmea de El Morya), a maioria dos sacerdotes permaneceram fiéis à Luz e ao seu sagrado chamado; como capitães de um navio a afundar, permaneceram nos seus postos. Destemidos até ao fim, cantavam e oravam enquanto se afundavam sob as vagas.

Ainda antes de a Lemúria submergir, alguns destes sacerdotes e sacerdotisas regressaram à casa nesse continente e ofereceram-se como voluntários para desaparecerem com a terra e o seu povo, prestando apoio com a sua irradiação, espalhando conforto e coragem.

Na verdade, essa ajuda foi oferecida para contrapor o medo que acompanha sempre as atividades cataclísmicas. Estes afetuosos benfeitores, pela irradiação do seu sacrifício, rodearam, literalmente, as auras das pessoas num manto de paz, permitindo assim a criação de um veículo de libertação do medo, de modo a que os corpos etéricos daqueles fluxos de vida não fossem tão severamente marcados.

Muitos membros da classe sacerdotal colocaram-se em pequenos grupos estratégicos, em vários locais, e rezaram e cantaram à medida que afundavam sob as águas. A melodia que cantavam era a mesma que atualmente é conhecida como Auld Lang Syne.

Através da ação e sacrifício destes sacerdotes, escolhendo ficar juntos em grupos e cantando até ao final, muito medo foi mitigado, mantendo-se um certo nível de harmonia e, deste modo, o dano e o trauma para as Almas que pereceram foram enormemente diminuídos.

A ideia de suporte desta ação era a de que todas as experiências horríveis deixam uma cicatriz e um trauma profundo no corpo etérico e na memória celular das pessoas, que leva várias vidas a curar.

Os sacerdotes e os músicos que os acompanhavam cantaram e rezaram até à chegada das ondas e da água ao nível das suas bocas até ao momento em que desapareceram.

Durante a noite, enquanto as massas dormiam, sob um céu estrelado, tudo terminou, a amada Mãe-Pátria foi submersa no Oceano Pacífico. Nenhum dos sacerdotes abandonou o seu posto e nenhum evidenciou qualquer medo.

A Lemúria desapareceu com dignidade!

Auld Lang Syne foi a última canção para sempre ouvida na Lemúria.
As pessoas da Terra trouxeram novamente esta canção através do povo irlandês .Somos esses antigos conhecidos reunindo-se de novo. Aqueles de nós pertencentes ao Reino tridimensional estão reunidos agora, em consciência, com os seus antigos amigos e membros da família da Lemúria.

Esta noite pedir-vos-ei para cantarem esta canção de novo como parte da nossa apresentação. As pessoas da Terra trouxeram novamente esta canção através do povo irlandês somos esses antigos conhecidos reunindo-se de novo.

Antes do afundamento completo da Lemúria, foi profetizado que, um dia, num futuro algo distante, muitos de nós se reuniriam em grupos e cantaríamos esta canção de novo, sabendo, com toda a certeza, que a “Vitória da Terra” estava garantida.

É quase com lágrimas nos olhos que eu vos faço saber de Adama, que muitos de vós nesta sala, esta noite, estavam entre aquelas valentes Almas que sacrificaram a vida para benefício coletivo. Aplaudamos a vossa coragem de então e rejubilemos agora pelo nosso reencontro, para continuar a grande missão lemuriana, de assistência da Humanidade e do planeta, na senda da sua gloriosa ascensão.

Ouçam bem dentro dos vossos corações, meus amigos, esta próxima afirmação.
O Novo Dia, o Novo Mundo, está mesmo a nascer. Aprendemos as nossas lições de Amor que, a Nova Lemúria, o paraíso reencontrado, está quase a manifestar-se de novo.

Estamos aqui esta noite para co-criar em conjunto uma muito importante limpeza e cura para o nosso planeta e para todos vós também. Vamos chamar a isto a primeira limpeza dos antigos registros lemurianos dolorosos, ainda remanescentes nos corações e Almas da maioria das pessoas.

O tempo da nossa separação está quase a acabar e estamos agora a religar coração a coração com o maior número de vós, diariamente.

Fiquemos agora em silêncio durante uns breves momentos e peço-vos para estabelecerem as vossas intenções de terem os vossos próprios registros limpos e sanados. Mergulhem profundamente no vosso coração.

Depois de pedirem a limpeza para vós próprios, peçam silenciosamente, no vosso coração, com a permissão dos Eus Superiores deles, limpeza e cura para toda a humanidade que pode, nesta altura, ter os seus próprios registros limpos.

Criamos a Nova Lemúria na 5.ª dimensão, um paraíso de maravilhas e magia. Tudo quanto sonharam está aqui e muito mais. Quando chegar o momento, em conjunto com todos vós, estenderemos a Lemúria à dimensão da superfície deste planeta.

Ensinar-vos-emos tudo quanto sabemos e tudo o que aprendemos nestes últimos 12 000 anos do nosso isolamento das pessoas da superfície.

Eu Sou Adama e comigo os companheiros Lemurianos, em conjunto, aplaudimos a vossa vitória.

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Solange Christtine Ventura
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