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Antes da Idade Média, as histórias individuais da família do Graal eram historicamente bem conhecidas, mas quando a Igreja começou seu reinado de perseguição fanática, toda a herança Nazarena e “Desposyni” – Herdeiros do Senhor – forçosamente foram para a clandestinidade.


Nota: A palavra “Desposyni” vem do grego antigo. Significa “Do Mestre” e era reservada exclusivamente para aqueles da mesma família de Jesus – descendentes de Jesus ou dos irmãos dele, Tiago (James), Simão, José e Judas Tomé, ou de suas irmãs Maria, Joanna e Sara.

Mas por que as perseguições vingativas começaram naquele tempo? Pelos Templários terem não só retornado da Terra Santa com documentos que minaram os ensinamentos da Igreja, como também estabeleceram suas próprias igrejas cistercienses em oposição a Roma.

Estas eram, no entanto, não apenas quaisquer igrejas – foram os maiores monumentos religiosos para honrar as linhagens do mundo ocidental:  como a catedral NOTRE DAME, na França.

Apesar da sua imagem atual, essas impressionantes catedrais góticas tiveram nada a ver com a Igreja cristã estabelecida.

Elas foram financiadas e construídas pelos Templários em colaboração com seus aliados cistercienses, e elas foram dedicadas a Maria Madalena – “Notre Dame” (Nossa Senhora) – que eles chamaram de “Graal do Mundo”.

Isto, naturalmente, derrotou todos os dogmas que a Alta Igreja tinha encorajado, e os bispos retaliaram dedicando numerosas outras igrejas a Maria, a mãe de Jesus.

Mas, ao fazê-lo, eles criaram um decreto estrito para que todas as representações artísticas de Mãe Maria (a Madonna) deveriam doravante mostrar-La vestida com “apenas azul e branco” – para não lhe conceder qualquer direito de cargo eclesiástico como no sacerdócio masculino.

Maria Madalena, por outro lado, estava sendo retratada pelos maiores artistas do mundo vestindo o manto vermelho do status cardeal, o manto preto de uma Alta Sacerdotisa Nazarena ou o manto verde da fertilidade, e não havia nada que a Igreja pudesse fazer a respeito.

A única opção dos bispos era proclamar a prática pecaminosa e herege porque, ao ter previamente decidido ignorar Maria Madalena e seus herdeiros, ela estava fora de sua jurisdição.

Foi nessa época que a tradição do Graal foi denunciada como uma heresia pelo Vaticano. As profecias do século VI de Merlin foram expressamente banidas pelo Concílio Ecumênico, e a Igreja Nazarena de Jesus se tornou uma corrente clandestina, auxiliada por notáveis patrocinadores como Leonardo da Vinci e Sandro Botticelli.

Naquela época, a Igreja policiava e controlava a maior parte da literatura do domínio público e assim, para evitar a censura absoluta, a tradição do Graal tornou-se alegórica e sua mensagem foi comunicada por expressões secretas de água, escritos esotéricos, cartas de tarô e obras de arte simbólicas.

Mas por que o conhecimento do Graal e as profecias de Merlin representaram um problema tão grande para a Igreja Romana?

Porque, no contexto de seus textos venturosos, eles contaram a história da descendência da Linhagem do Graal – uma linhagem que tinha sido derrubada de sua posição dinástica pelos Bispos de Roma, que foram eleitos para reinar soberanamente por meio de uma sucessão apostólica elaborada.

Esta sucessão teria sido proferida pelo primeiro bispo, São Pedro (esta ainda é a visão promovida), mas basta consultar as próprias Constituições Apostólicas da Igreja para descobrir que isso simplesmente não é verdade.

Pedro nunca foi um bispo de Roma – nem de qualquer outro lugar para esse assunto! As Constituições do Vaticano registram que o primeiro bispo de Roma foi o príncipe Linus da Grã-Bretanha (filho de Caractacus o Pendragon), que foi instalado por São Paulo em 58 dC, durante a vida de Pedro.

Desde os anos 1100, os poderosos Cavaleiros Templários e suas catedrais representaram uma enorme ameaça à Igreja masculina, trazendo a herança de Jesus e Maria Madalena para o domínio público.

Os cardeais sabiam que toda a sua instituição desmoronaria se os descendentes messiânicos ganhassem vantagem. Eles tinham que ser esmagados – e assim a inquisição brutal foi implementada: uma perseguição hedionda de todos os que se opunham ao governo dos bispos.

Tudo começou em 1209, quando o papa Inocêncio III enviou 30.000 soldados para a região de Languedoc no sul da França.

Esta era a casa dos Cátaros (os Puros), que se diziam os Guardiões de um grande e sagrado tesouro – um misterioso segredo que poderia derrubar o Cristianismo ortodoxo.

A chamada Cruzada Albigense do Papa durou trinta e seis anos, durante os quais dezenas de milhares de inocentes foram mortos – mas o tesouro nunca foi encontrado.

Em 1231, o principal impulso da Inquisição (ou chamado Santo Ofício) foi instituído pelo Papa Gregório IX durante o massacre de Languedoc, e foi colocado contra qualquer um que apoiou a heresia do Graal.

Em 1252 a tortura das vítimas foi formalmente autorizada, juntamente com a execução por queima. A heresia era uma ótima acusação para igualar os prisioneiros, porque só a Igreja podia defini-la. As vítimas foram torturadas até que confessassem e, tendo confessado, foram executadas. Se não confessassem, então a tortura continuava até que morressem de qualquer maneira.

Uma forma registrada de tortura era espalhar gordura na vítima e, em seguida, queimá-la viva. Estas perseguições e torturas selvagens foram abertamente travadas por mais de 400 anos, sendo estendida contra judeus, muçulmanos e dissidentes protestantes.

Mas a Inquisição Católica nunca foi formalmente encerrada. Já em 1965 foi renomeada a Sagrada Congregação e seus poderes ainda estão teoricamente em vigor hoje.

Destemido na Inquisição, o movimento nazareno seguiu seu próprio curso, e a história da linhagem foi perpetuada na literatura, como o Magnificente Santo Graal e a Superior História do Santo Graal.

Esses escritos foram em grande parte patrocinados pelos tribunais do Graal da França (os tribunais de Champagne, Anjou e outros) e também pelos Templários e Desposyni. No decorrer disso, o romance Arthuriano tornou-se um veículo popular para a tradição do Graal.

Consequentemente, os Templários tornaram-se um alvo específico da Inquisição em 1307, quando os fascínoras homicidas, enviados por Papa Clemente V e Rei Filipe IV da França foram postos em sua direção.

Os exércitos papais vasculharam a Europa para encontrar os documentos e o tesouro dos Templários, mas, como a herança cátara, nada foi encontrado. No entanto, muitos Cavaleiros foram torturados e executados no processo.

Em tudo isso, no entanto, o tesouro dos Templários não foi perdido e, enquanto os emissários do Vaticano estavam procurando, o tesouro e os documentos foram trancados nos cofres da Casa do Tesouro de Paris.

Eles estavam sob a proteção dos Superiores Cavaleiros Templários – aqueles chamados Príncipes Guardiões do Segredo Real – que carregaram o tesouro uma noite em 18 galeras da frota Templária em La Rochelle.

Ao amanhecer, os navios tinham zarpado para vários destinos – principalmente Portugal e Escócia. Estes foram recebidos pelo rei Robert Bruce, que, juntamente com toda a nação escocesa, fora excomungado pelo Papa por desafiar o rei católico Eduardo de Inglaterra.

Os Templários e seu tesouro permaneceram na Escócia, e os Cavaleiros lutaram junto com Bruce em Bannockburn em 1314 para recuperar a independência da Escócia, de Plantagenet Inglaterra.

Após a Batalha de Bannockburn, Bruce e os Príncipes Guardiões fundaram a nova Ordem dos Irmãos Maiores da Rosa Cruz em 1317 – a partir da qual os Reis dos Escoceses tornaram-se Grão-Mestres hereditários, com cada Rei Stewart sucessivamente detendo o honrado título de Príncipe Saint Germain.

Mas, por que o rei Arthur, um comandante celta do século VI, era tão importante para os Cavaleiros Templários e os tribunais do Graal da Europa? Muito simplesmente, porque Arthur tinha sido único, com uma dupla herança na linha messiânica.

O Rei Arthur não era de modo algum mítico, como muitos supuseram, mas ele geralmente foi procurado nos lugares errados. Pesquisadores, equivocados pelas localizações ficcionais dos romances, procuraram em vão através das crônicas da Bretanha, País de Gales e Oeste da Inglaterra.

Mas os detalhes de Arthur são encontrados nos anais escoceses e irlandeses. Era certamente o rei maior da ilha celta e era o comandante soberano das tropas britânicas no século VI.

Arthur nasceu em 559 e morreu em batalha em 603. Sua mãe era Ygerna del Acqs, a filha da rainha Viviane de Avallon, descendente de Jesus e Maria Madalena.

Seu pai era o Alto Rei Aedàn de Dalriada (o Western Highlands da Escócia, agora chamado Argyll), e Aedàn era o Pendragon britânico (Dragão Principal ou Rei dos Reis) descendente do irmão de Jesus, Tiago (James).

É por esta razão que as histórias de Arthur e José de Arimatéia estão tão intimamente entrelaçadas nos romances do Graal. Na verdade, os registros de coroação do rei da Escócia Kenneth MacAlpin (um descendente de Aedàn o Pendragon) especificamente se referem à sua própria descendência das Rainhas dinásticas de Avallon.

O legado paterno do Rei Aedãn surgiu através da mais antiga Casa de Camelot (Corte Real de Colchester) em uma linhagem do primeiro Pendragon nomeado, o Rei Cymbeline, que é bem conhecido pelos estudantes de Shakespeare.

Até o século VI, descendentes messiânicos tinham fundado reinos Desposynic no País de Gales e através das regiões Strathclyde e Cambrian da Grã-Bretanha.

O pai de Arthur, o rei Aedàn dos escoceses, foi o primeiro monarca britânico nomeado por ordenação sacerdotal quando foi ungido por São Columba da Igreja Celta em 574.

Isto, naturalmente, enfureceu os bispos romanos porque reivindicavam o direito exclusivo de nomear reis que, de acordo com eles, deveriam ser coroados pelo Papa!

Como resultado direto desta coroação, Santo Agostinho foi eventualmente enviado de Roma para desmantelar a Igreja Celta quando St Columba morreu em 597. Ele se proclamou Arcebispo de Canterbury três anos depois, mas sua missão geral falhou e a tradição nazarena persistiu na Escócia, Irlanda, País de Gales e em todo o norte da Inglaterra.

Um fato importante a ser lembrado é que as dinastias do Graal nunca foram governadoras de territórios/terras. Como o próprio Jesus, elas foram designadas Guardiãs do Povo. Os merovíngios na Gália, por exemplo, eram reis dos franceses – nunca reis da França.

O rei Aedàn, Robert the Bruce e seus sucessores de Stewart foram Reis dos Escoceses – nunca Reis da Escócia. Foi este conceito implicitamente social que a alta igreja achou tão difícil de superar, pois os bispos preferiam ter domínio sobre reis territoriais que foram autorizados pelo papa.

Somente mantendo o supremo controle espiritual sobre os indivíduos poderia a Igreja reinar de forma suprema, e assim sempre que uma dinastia do Graal veio à tona, ela foi recebida pela ira da máquina papal.

Em 751 os bispos conseguiram destituir a sucessão merovíngia na Gália e estabeleceram uma nova tradição segundo a qual os reis da sucessão carolíngia (a de Carlos Magno) tinham de ser aprovados e coroados pelo Papa.

Mas a Igreja nunca poderia derrubar as linhagens Desposynic na Escócia, apesar de os antigos reinos celtas da Inglaterra serem desmantelados pelos anglo-saxões germânicos do século VI.

Mesmo na Idade Média – muito depois da Conquista Normanda da Inglaterra – a Igreja Nazarena e o longo culto prevalecente de Maria Madalena foram proeminentes na Europa.

Os direitos de igualdade das mulheres foram mantidos em toda a estrutura celta, e este era um problema enorme para o exclusivo sacerdócio masculino do igrejismo ortodoxo.

O princípio subjacente aos monarcas do Graal era sempre um de Serviço, de acordo com o Código Messiânico. Portanto, eles eram reis e pais coletivos/familiares de seus reinos, mas nunca foram governantes.

Este aspecto fundamental do Código do Graal foi perpetuado no próprio âmago do conto infantil e do folclore. Nunca um valente cardeal ou bispo cavalgou em auxílio de alguém oprimido ou uma donzela em perigo, pois sempre foi o domínio social dos príncipes do Graal e seus cavaleiros nomeados.

O Código do Graal reconhece o avanço pelo mérito e reconhece a estrutura da comunidade, mas acima de tudo é inteiramente democrático.

Seja compreendido em sua dimensão física ou espiritual, o Graal pertence também a líderes e seguidores. Ele também pertence à terra e ao meio ambiente, exigindo que todos estejam em um Serviço mutuamente unificado.

Ao longo dos séculos, os parlamentos e os governos tiveram tanto problema como a Igreja em confrontar o código social messiânico, e a posição não é diferente hoje.

Presidentes e primeiros-ministros são eleitos pelo povo.
Eles são supostos para representar as pessoas – mas eles o fazem? Na verdade, não.

Eles são sempre afiliados a um partido político e alcançam suas posições por meio de voto da maioria do partido. Mas nem todos se dão ao trabalho de votar e às vezes há mais de dois partidos para votar.
Consequentemente, em qualquer momento, mais da metade do povo de uma nação pode não ser representada pelo partido político no poder.

A este respeito, embora tenha sido aplicada uma votação por maioria, o princípio democrático falha. O que emerge não é “governo PELO povo PARA o Povo”, mas “governo do povo”.

Jesus enfrentou uma situação muito semelhante no século I. Naquele tempo, Jerusalém e Judéia estavam sob ocupação romana, com o rei Herodes e o governador, Pôncio Pilatos, ambos nomeados por Roma.

Mas quem representou o povo?

O povo não era romano; eram judeus da Terra Santa: fariseus, saduceus, essênios e outros semelhantes. Além disso, havia um grande número de samaritanos e gentios (não-judeus, as raças árabes).

Quem os representou?
A resposta é “ninguém” – até que Jesus cumpriu a sua missão de fazê-lo.

Este foi o começo do Código do Graal do Serviço principesco não-afiliado: um código perpetuado pelas dinastias messiânicas em seu papel continuado como guardiões das pessoas.

O Código do Graal baseia-se nos princípios da Liberdade, da Fraternidade e da Igualdade, e foi particularmente evidente nas revoluções americana e francesa, as quais descartaram o senhorio da aristocracia despótica. Mas o que o substituiu?

Ele foi substituído pela política partidária e pelo governo em grande parte não-representativo.

Muitas pessoas me perguntaram por que as informações da Linhagem do Santo Graal, até agora suprimidas, estão vindo à luz neste momento particular. O fato é que a informação nunca foi suprimida por aqueles a quem ela diz respeito.

Elas foram suprimidas por buscadores de poder que procuraram servir seus próprios interesses, ao invés de servir as comunidades que deveriam representar.

Hoje, no entanto, estamos em uma nova era de questionamento conforme muitas pessoas crescem desiludidas com os dogmas que prevalecem.

Vivemos em uma era de comunicações via satélite, viagens contra a barreira de som, computadores e Internet – o mundo é efetivamente muito menor do que antes. Em tal ambiente, as notícias viajam muito rapidamente e a verdade é muito mais difícil de conter.

Além disso, a própria estrutura da Igreja dominada pelos homens e as estruturas governamentais estão sendo questionadas, e geralmente é percebido que as antigas doutrinas de controle espiritual e gestão territorial não estão funcionando.

Mais e mais pessoas estão procurando as raízes originais e puras da sua fé e para seu Propósito na sociedade.

Elas procuram formas mais eficazes de gerência para combater o desmoronamento muito aparente, e declínio, social e moral.

Elas estão, de fato, buscando o Santo Graal.

Esta busca pela nova iluminação é consideravelmente aumentada pelo novo milênio que chega e há um sentimento generalizado de que isso também deve apresentar um novo Renascimento: uma era onde os preceitos do Código do Graal são reconhecidos e praticados – os preceitos da Liberdade, da Fraternidade e Igualdade.

De fato, a sabedoria do Graal explica em voz alta e clara que a Ferida do Rei Pescador deve primeiro ser curada se a terra inculta (o deserto da humanidade) voltar a fertilizar.

* Sir Lawrence Gardner é da Ordem da Nobre Guarda de St Germain, fundada pelo Rei James VII da Escócia em 1692. E designado o Historiador Jacobino Real, distinguido como Cavalheiro Labhràn de St. Germain, Adido Presidencial ao Conselho Europeu de Príncipes, Prior da Sagrada Igreja Celta de St Columba, Cavaleiro Templário de St. Anthony, Membro da Guarda da Casa Real de Stewart, fundada em 1692, e Adido para o Protetorado Principal do Tribunal Imperial da Hungria (1408).

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DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – http://www.decoracaoacoracao.blog.br
DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – https://lecocq.wordpress.com
Por Lawrence Gardner, Karenlyster.com
http://www.karenlyster.com/body_bookish1.html
Tradução Vilma Capuano – vilmacapuano@yahoo.com.br
Grata Vilma!

LUZ!
STELA

http://www.decoracaoacoracao.blog.br/2017/05/linhagem-do-santo-graal-final.html

LEMBRANÇAS DA ATLÂNTIDA

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Este é um relato de uma lembrança de Alred Aknaton, num tempo e num lugar conhecido como ATLÂNTIDA. Alred vivia numa pobre aldeia …no interior do continente… Desde de que nasceu, Aknaton conheceu a grandeza da Atlântida apenas pelos relatos das pessoas da aldeia e nos últimos dias de espera – para embarque nos Navios de Fuga. Como nunca tinha ido à cidade de Ouro, não podia imaginar a grandeza das construções daquela época nem a cultura dos povos antigos.

Há 700.000 anos mais ou menos, houve o afundamento da Grande Atlântida – onde todo o continente submergiu. A Segunda Catástrofe ocorreu mais ou menos há 200.000 anos onde restaram as ilhas de Ruta e Daitia. As Américas estavam separadas e o Egito submerso.

No ano 72.025 A.C. Daitia desapareceu e Ruta se reduziu à ilha que se tornou conhecida como POSEIDONIS (VEJA ASSEMBLÉIA DA GRANDE FRATERNIDADE) PEQUENA ILHA ENTRE OS ESTADOS UNIDOS E A EUROPA . O ULTIMO E PODEROSO IMPÉRIO ATLANTE – DESCRITO POR PLATÃO, QUE AFUNDOU NO ANO DE 9.564. a.C e se encontra adormecida e incrivelmente preservada.

O que vamos descrever possivelmente ocorreu no primeiro afundamento da GRANDE ATLÂNTIDA .

AQUELA ERA uma manhã, como todas as manhãs de primavera na Atlântida. O perfume das flores amarelas e o barulho das águas que desciam a montanha, acompanhavam uma canção de uma menina(vamos chama-la de Brisa). Como era bom ouvir suas músicas cantaroladas e poder sentir doce da flor amarela na trança do seu cabelo.

Mas era um dia especial. Um sábio do Alto Conselho viria falar ao povo das profecias que todos comentavam. Muitos ansiavam por ouvi-lo, pois era sabido, mesmo por nós mais jovens, que o tempo da profecia estava próximo, mas ninguém esperava nada tão próximo.

A Reunião surpreendera a todos.

Segundo as palavras do Sacerdote, o povo deveria deixar a Atlântida, nos próximos 10 anos e até lá todos os preparativos poderiam ser feitos com calma.

O CONSELHO DOS DOZE estava dividido.

A maioria concordava em comunicar aos seus distritos a mensagem das profecias e o entendimento dos Anciãos; todavia, não estavam convencidos da sua eminência ou da veracidade dos fatos. Apenas o Grande Comandante,sua Família e pessoas mais sábias do Norte e do Sul, acreditavam nas palavras do Sacerdote.

Para que se compreenda melhor aquela época, a Atlântida estava em plena decadência de poder, cultura e construções. Não existia mais aquele contato expresso com a Grande Irmandade de Seres Iluminados.

Os anos se passavam….e poucos se prepararam para partir.

O velho sacerdote vendo a lentidão do povo resolveu ele mesmo pregar em todos os distritos – o que era uma tarefa gigante.

O fato é que depois de longas viagens pelo país, ninguém mais ouviu falar dele.

Alred se lembra daquela manhã… No cais havia um intenso movimento de naus – grandes barcos de suprimentos. Alred estava com outros jovens num pequeno barco de remo, trazendo provisões do Norte para os que partiriam – o primeiro grupo. Tão logo entrou na baía, Alred avistou as fortalezas de pedra, castelos residenciais cercadas por muralhas, feitas por gigantes e por alta tecnologia extraterrestre. ALRED observava as construções fantásticas e sua imaginação crescia por tentar entender como tudo aquilo havia sido construído. Como era bonito!… Os imensos telhados cercados de flores amarelas perfumadas e os imensos mosaicos nas paredes eram espetaculares. A arquitetura era fascinante por causa dos edifícios maciços e de proporções gigantescas. Construiam-se as casas separadas umas das outras, havendo um pátio central, no meio do qual havia uma fonte. Os Templos com suas salas imensas (maiores do que as do Egito), tinham neste período de decadência, o culto cerimonial das imagens que ficava a cargos dos sacerdotes. Também havia o culto do Sol e os grandes terraços que serviam como observatórios (Culto do Sol e do Fogo onde se usava um Grande Emblema chamado de DISCO SOLAR – Informações dos Mestres Ascensionados afirmam que no Lago Titicaca se encontra um desses Discos Solares sob a proteção de Meru).

Ao lado cruzou um outro pequeno barco de suprimentos dirigido por um homem do Sul, que acenava alegremente para nosso grupo pela hora da partida, falando a língua tolteca ( que permaneceu quase pura, muito tempo depois e foi usada no México e no Peru, levada pelos sobreviventes). Possivelmente, este homem de pele vermelha iria com sua família neste grupo. Seus cabelos pretos e olhos verdes diferiam do povo do Norte que era ruivo e geralmente de olhos azuis.

“Como havia mudado nosso povo!”- pensava Alred. As crianças não eram mais sadias…eram menores. Já haviam muitos mestiços. Muitos estrangeiros tido tido filhos ou tinham trazidos mulheres para a Atlântida.

Alred pensava como teria sido sua vida ali…: Teria feito cursos de transmutação alquímica que eram muito freqüentados ou participado dos cursos de desenvolvimento das faculdades psíquicas e aprenderia a usar a energia. Por outro lado, tantas coisas já tinha aprendido naqueles dias. Sobre o cruzamento das plantas, como no caso do trigo – que cruzado com as ervas produzia aveia e outros cereais. Também vira tantos animais estranhos como grandes gatos e outros como estranhos camelos.

O TEMPO PASSAVA RÁPIDO.

OS PREPARATIVOS DA PARTIDA estavam na sua conclusão para os que se colocaram a serviço do Grande Comandante. Numa noite de Lua Cheia, ao redor de uma fogueira, comentava-se as visões e os sonhos do futuro para aquela terra imensa.

“Um jovem muito alto, cabelos ondulados, com um manto azul e um símbolo dourado lhe apareceu apontando para o Norte. Atrás dele, ela viu gnomos e animais daquela floresta”. Ao ouvirem a narrativa da moça, todos concordaram que o tempo das mudanças estava próximo, já que a descrição da moça sobre o rapaz trazia aos anciãos a lembrança do convívio com os Mestres da Irmandade Estelar, que eram eternamente muito jovens.

ASSIM, o primeiro grupo se dirigiu para o Norte.

O segundo grupo, meses depois, para um local desconhecido – assim disseram a Alred.

E, dessa forma, grupos familiares abandonavam a Terra da Atlântida por todos os lados, em meio a diversos impedimentos e obstáculos de toda ordem – o que dificultava muito a saída rápida. Entre estes problemas estava a confusão gerada por aqueles que não queriam sair – por não acreditarem ou porque queriam se apossar das terras abandonadas e das riquezas materiais que seriam deixadas.

O POVO SE DIVIDIRA à medida que se aproximava a possível data das transformações e muito ódio surgiu de todos os lados entre grupos de seitas diversas que surgiram no país. Havia um medo assustador no ar – uma sensação de desastre iminente ou como se algo ruim fosse realmente acontecer.

O Grande Comandante visitou todas as grandes cidades próximas e aldeias mais distantes. Nestas últimas até os animais tinham já abandonado as florestas. A inquietude entre as pessoas já havia chegado nos reinos animais e vegetais. No último ano, como que uma praga e doenças estranhas tinham atacado as plantações e destruído grandes colheitas. Terras férteis tinham se tornado pântanos e gases fétidos saiam por debaixo de pedras. Não se viam mais as abelhas, os cervos, os antílopes.

Nos velhos caminhos que conduziam à Antiga Pirâmide, que havia caído, fendas enormes impediam a caminhada dos iniciados. No decorrer de mais um ano, houve sinais, agitação dos elementais, terremotos, invasões de água em vários lugares. Animais estranhos surgiam das cavernas e mesmo nos animais e pássaros da região, comportamentos estranhos eram observados, como invadirem a cidade e fazerem ninhos em lugares diferentes dos normais.

Pequenas pragas começavam a aparecer na Atlântida.

Naquele mês iria sair o ULTIMO BARCO dos que resolveram abandonar o país.

O povo que resolveu ficar estava um tanto apavorado, mas estava gostando de tomar o poder tão logo O Grande Comandante saísse, já que poderiam se apropriar de toda tecnologia – que todos sabiam que existia dentro do Castelo e que havia sido usada pelos antigos quando havia intercâmbio com os extraterrestres. Esta tecnologia, depois que os Extraterrestres se foram, ficou sob a guarda dos Comandantes ou Imperadores que velavam pela segurança daqueles objetos de guerra e de transporte.

Alred estaria neste último Barco.

A vida na Atlântida continuava.

Os vendavais, as erupções vulcânicas e toda uma série de avisos confirmavam a PROFECIA e a sua realidade. Os frutos – que eram a alimentação básica – estavam perdidos na última colheita, por causa de pragas, mas mesmo assim, uma grande parte da população resolveu ficar.

NO ÚLTIMO BARCO DE PESSOAS MAIS SIMPLES, PARTIU ALRED COM SUA FAMILIA. A CAMINHO DO DESCONHECIDO. VIA-SE QUE A TRAVESSIA AO SUL SERIA MUITO DIFÍCIL. PEQUENOS TREMORES JÁ SE SENTIAm E GIGANTESCAS ONDAS AMEAÇAVAM A EMBARCAÇÃO. DIAS SE PASSARAM E OS COMENTÁRIOS NOS BARCOS MAIS ÁGEIS QUE OS ULTRAPASSAVAM JÁ FALAVAM DO AFUNDAMENTO DAS TERRAS DO LESTE QUE LIGAVA A ATLÂNTIDA AO CONTINENTE EUROPEU. NA MENTE DE ALRED UMA CIVILIZAÇÃO QUE ELE MAL CONHECEU FICARA PARA TRÁS.

A PROFECIA SE CUMPRIA UM POUCO DEPOIS DOS 10 ANOS FALADOS. O QUE TERIA ACONTECIDO COM AQUELA MENINA DAS FLORES AMARELAS? – PENSAVA ALRED.

POSSIVELMENTE, OS QUE FICARAM TERIAM TOMADO O PODER E CHEGADO AO TESOURO DOS ANCESTRAIS.

DESDE CRIANÇA ALRED OUVIA FALAR DESSES TESOUROS. SERIAM IMENSAS MÁQUINAS DE VOAR E LEVANTAR E DERRETER GRANDES PEDRAS E OUTRAS MARAVIILHAS EM OBRAS DE ARTE E CULTURA – REGISTROS SOBRE A FUNDAÇÃO DA CIDADE PELOS HOMENS CELESTES. TUDO O QUE ALRED VIU NAQUELES ÚLTIMOS DIAS NA CIDADE ERA

REALMENTE MARAVILHOSO. PORÉM, TUDO FICARA PARA TRÁS.

NAQUELA ÉPOCA, MUITOS DOS ATLANTES QUE ESTAVAM NO BARCO AINDA POSSUIAM DONS EXTRAORDINÁRIOS DE VIDÊNCIA. ELES DIZIAM QUE A TORMENTA JÁ SE ABATIA SOBRE A GRANDE CIDADE E QUE TODAS AS TERRAS DO LESTE E DO OESTE JÁ TINHAM AFUNDADO. PASSARAM-SE OS DIAS E CERTA MANHÃ, QUANDO OS ALIMENTOS JÁ ESTAVAM ESCASSOS, UMA VISÃO DE UM ANCIÃO INFORMAVA A TODOS QUE UMA AÇÃO MACIÇA DAS FORÇAS DA NATUREZA DESABARA SOBRE TODA A ATLÂNTIDA.

DIZIAM OS VIDENTES QUE POUCOS ANTES DA CATÁSTROFES FOI VISTA EM VÁRIOS LUGARES A PRESENÇA DOS SERES CELESTES, DE LUZES E MÁQUINAS VOADORAS RECOLHENDO PESSOAS, CRIANÇAS E ANIMAIS EM VÁRIOS PONTOS. DIZIAM OS VIDENTES QUE UMA GRANDE ESTRELA TINHA VINDO BUSCAR O GRANDE COMANDANTE, SUA FAMILIA E OUTRO GRANDE NÚMERO DE INICIADOS QUE TINHAM TRABALHADO PELA FUGA DOS ATLANTES .

TAMBÉM – O QUE SURPREENDEU A TODOS FOI O RELATO DE QUE UMA GRANDE PEDRA TERIA CAÍDO NA REGIÃO SUL, DESTRUINDO GRANDE PARTE DE PEQUENAS CIDADES.

AO NORTE, ONDE MORAVA ALRED, AINDA POUCO SE SABIA, POIS OS VIDENTES ESTAVAM EXTREMAMENTE CHOCADOS COM TUDO AQUILO. PASSARAM-SE DIAS E PARTE DAQUELE GRUPO MORREU DURANTE A VIAGEM POR FALTA DE ALIMENTOS E POR NÃO ESTAREM PREPARADOS PARA O GRANDE ESFORÇO DE UMA VIAGEM PELO MAR. ALRED, NOS ÚLTIMOS DIAS NO MAR, FICOU GRAVEMENTE FEBRIL. NA SUA MENTE, ENTRE LEMBRANÇAS CONFUSAS E O BRAMIDO DAS ONDAS NOS CASCOS DA FRÁGIL EMBARCAÇÃO, VINHA A LEMBRANÇA DA VOZ E DO ROSTO DAQUELA MENINA DE CABELOS COMPRIDOS… E DAS PEQUENAS FLORES AMARELAS PRESAS NOS CABELOS PARTIDOS AO MEIO. O BARCO DE ALRED ENFIM APORTOU ONDE SÃO HOJE TERRAS DA AMÉRICA DO SUL. A CHEGADA NA NOVA TERRA É UMA LEMBRANÇA MUITO VAGA NA MENTE DE ALRED. A FRAQUEZA DEBILITOU O RAPAZ QUE LEVOU MUITO TEMPO PARA SE RECUPERAR. NA SUA LEMBRANÇA ESTÃO AS CAVERNAS, SUA PRIMEIRAS HABITAÇÕES NA CHEGADA E OS DESENHOS QUE FAZIAM NAS PEDRAS – LEMBRANÇAS E BRINCADEIRAS.

VAGAROSAMENTE, UMA NOVA COLONIA SE FORMOU. ERA UMA NOVA CHANCE DE VIDA EM OUTRO LUGAR – MAS SERIA UM COMEÇO RUDE E DIFÍCIL. OS MAIS VELHOS AINDA TRAZIAM OS CONHECIMENTOS DAS CONSTRUÇÕES EM PEDRA. PORÉM, NO GRUPO DE ALRED, QUASE TODOS ERAM ALDEÕES E DE POUCO CONHECIMENTO CULTURAL. AS ESTÓRIAS DA CIDADE PERDIDA FORAM SENDO CONTADAS PARA OS NOVOS FILHOS E FILHAS DAS NOVAS GERAÇÕES PELOS MAIS VELHOS COM A INTERPRETAÇÃO E O CONHECIMENTO DE CADA UM. AS CAVERNAS DOS ANTIGOS ATLANTES NA AMERICA DO SUL E NOS ANDES, PRINCIPALMENTE NA FLORESTA AMAZÔNICA, FORAM POSTERIORMENTE REFORMADAS E HABITADAS POR VIKINGS (MAS ISSO É OUTRO ASSUNTO, QUE VAMOS CONTAR EM BREVE).

NESTA ENCARNAÇÃO,EM OUTRO CORPO E OUTRA VIDA , ALRED TINHA POR DIVERSAS VEZES ESCRITO E PENSADO:
”ONDE ANDA VOCÊ, BRISA? MEUS OUVIDOS, CORAÇÃO E ALMA, NOVAMENTE TE PROCURAM E TE ESPERAM. A CANÇÃO DA MINHA INFÂNCIA…E DA MINHA LEMBRANÇA…MENINA BONITA

Nesta encarnação Aknaton reencontrou Brisa e ….. estão muito felizes.. UMA NOVA VIDA UM NOVO MOMENTO….e o infinito à frente….

http://web.prover.com.br/nominato/81.htm
A-102B2
Das colônias dos Atlantes sugiram as futuras civilizações Mesoaméricas dos Olmecas, Maias, Toltecas, Zapotecas, Totanacas, Teotihuacanos.

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A DISPERSÃO DO POVO ATLANTE AO CHEGAR NAS AMÉRICAS

AKNATON SABIA QUE OS ATLANTES TINHAM SE DISPERSADO QUANDO CHEGARAM À AMÉRICA DO SUL. UM GRANDE GRUPO SE DIRIGIU PARA O INTERIOR, FUGINDO DAS COSTAS PARA UM LUGAR MUITO ALTO (ALTIPLANO PERUANO) COM MEDO DE NOVOS CATACLISMOS E FUNDARAM O LUGAR QUE SERIA CONHECIDO NOS DIAS DE HOJE COMO TIHUANACO.

UM OUTRO GRUPO TINHA SEGUIDO PELO MAR PELO ATUAL GOLFO DO MÉXICO E CHEGADO À ILHA DE PÁSCOA.

OUTROS GRUPOS QUE SEGUIRAM PELAS FLORESTAS DO ATUAL PERU, CONSTRUIRAM OS COLOSSOS DE MACHU PICHU E TODAS AS FABULOSAS CONSTRUÇÕES DE PEDRA EM VOLTA DA CIDADE DE CUZCO. ESTAS CONSTRUÇÕES DE PEDRA TINHAM COMO FINALIDADE PROTEGER AS COLONIAS ATLANTES, JÁ QUE SUA CULTURA E CONHECIMENTOS TINHAM DESPERTADO A COBIÇA DAS TRIBOS NÔMADES DOS OTOMÍES E DOS CHICHIMECAS QUE TINHAM SE UNIDO. OUTROS, PORÉM, TINHAM SUBIDO PARA A AMERICA DO NORTE, FORMANDO, JUNTO AOS PRIMITIVOS POVOS, OS ANCESTRAIS DOS CONHECIDOS PELES-VERMELHAS (OS ATLANTES TINHAM A COR DA PELE MEIO AVERMELHADA).

SITUAÇÃO DAS TERRAS E DOS INCAS PRIMITIVOS

QUANDO OS ATLANTES CHEGARAM NAS TERRAS DO AMÉRICA DO SUL, ENCONTRARAM OS PRIMITIVOS EM ESTADO DE CHOQUE, POIS AS MONTANHAS DOS ANDES TAMBÉM TINHAM SOFRIDO ALTERAÇÕES, COMO NO CASO DE ALGUMAS DAS ILHAS, COMO A ILHA DO SOL ONDE TINHA SE ELEVADO UMA GRANDE MONTANHA OU COMO NOS ANDES DO CHILE QUE TAMBÉM SE ELEVARAM.

DESCRIÇÃO DO LOCAL FÍSICO

AS GALERIAS ESTÃO SITUADAS TRIDIMENSIONALMENTE NOS ANDES E SE DISTRIBUEM EM PARTE NA FLORESTA AMAZÔNICA. ESTAS GALERIAS FORAM CONSTRUÍDAS PELOS GRANDES SACERDOTES E PELOS SOBREVIVENTES ATLANTES, POSTERIORMENTE FORAM AMPLIADAS POR DIVERSOS POVOS E FINALMENTE TERMINADAS POR INTERPLANETÁRIOS.

DIÁLOGO DENTRO DE GALERIAS INTRATERRENAS: AKNATON E UM
GUIA EXTRATERRESTRE: RAMA
A GALERIA SE ALARGAVA E O PISO DE PEDRAS ASSEMELHAVA-SE A UMA ESCADA DESCOMUNAL, DE 5 a 6 METROS DE LARGURA. CONTINUAMOS DESCENDO ATÉ QUE A GALERIA SE ABRIU NUMA GRUTA DE PROPORÇÕES GIGANTESCAS. ERA UM MUNDO, UMA IMENSA PRAÇA COM FORMA DE ABÓBODA DE PEDRAS, TÃO GRANDE E TÃO ALTA, CAPAZ DE COMPORTAR NO SEU CENTRO, UMA ENORME CATEDRAL. PERCEBI QUE ALGO ESTRANHO PAIRAVA NO AR, COMO SE ESTIVÉSSEMOS PROFANANDO O PASSADO LONGÍNQUO. NOTEI QUE PARTES DO PISO ESTAVAM GASTOS. QUE MULTIDÕES POR ALI TERIAM PASSADO? GRAVADAS NAS PEDRAS LATERAIS, UMA INFINIDADE DE INSCRIÇÕES QUE NEM TENTEI DECIFRAR. TALVEZ ESTEJAM INCRUSTRADAS NESTAS GALERIAS OS ESPECTROS DOS EGÍPCIOS, DOS HITITAS, DOS FENÍCIOS, DOS MANITAS E ATÉ MESMO DOS ATLANTES.

OBSERVANDO A QUIETUDE DO INSTRUTOR, PERGUNTEI A RAMA: QUAL A RAZÃO DE SEU SILÊNCIO?

RAMA: “TODAS AS VEZES QUE PENETRO NESTE LOCAL, AQUI VENHO COM MEU SILÊNCIO E RESPEITO. PROCURO CAPTAR IMAGENS DAQUELES QUE POR AQUI PASSARAM. QUANTAS GUERRAS ! QUANTAS LUTAS ! ”

RAMA PASSA ENTÃO A TRADUZIR AS DIVERSAS INSCRIÇÕES DOS POVOS E CIVILIZAÇÕES QUE POR ALI PASSARAM AO LONGO DOS MILÊNIOS.

“AQUI, POR EXEMPLO, ESTÃO AS MARCAS DOS VIKINGS. “A TRILHA DO HOMEM É A DO PRÓPRIO CÃO: QUANDO TEM FOME, PASSA POR CIMA DO CHEFE. OS GUERREIROS VIKINGS SÃO COMO O CÃO” RAMA TRADUZIU.”

ISSO SÃO PALAVRAS DE HOMENS-FERAS!

RAMA:” O QUE VOCÊ ESPERAVA, SE ELES NÃO TINHAM CONSCIÊNCIA?”

ANDAMOS MAIS ALGUNS PASSOS E PARAMOS DIANTE DE UMA ESCAVAÇÃO NA PEDRA, ASSEMELHANDO-SE A UM NICHO. NA PEDRA NEGRA HAVIA AQUELES ESCRITOS ESTRANHOS.

DIZ RAMA. : “VEJA SÓ OS HITITAS: “A LUTA ESTÁ DENTRO DO GRANDE CENTURIÃO. O HOMEM QUE O ENVERGA, VIRGEM, SEM O SANGUE DE SEUS INIMIGOS NÃO É HOMEM, É CABRA NO PASTO”.

É BOM SABERMOS QUE HOMENS ELES FORAM !

VOCÊ SABIA QUE OS FENÍCIOS TINHAM QUASE O MESMO ALFABETO QUE OS EGÍPCIOS?

AQUI ESTÃO UMAS FRASES FENÍCIAS: – “Que jorrem as águas do Mar em todas as direções, mas há a necessidade de que jorre o sangue dos guerreiros para que a terra sinta a força dos seus homens. A terra recebe nas tumbas os corpos dos guerreiros. Mas a força dos seus homens é crescer dentro dela para poder alimentá-la com seu próprio sangue: Vidolatea Fenitia Idolatrea Te Sol”.

AKNATON: PARECE QUE ESTES FORAM UM POUCO MAIS CIVILIZADOS. VEJA ESTE SÍMBOLO MEIO ESQUISITO, QUASE APAGADO. DÁ PARA DECIFRAR?
(PS: Para mim pareciam mais pixações que ensinamentos sérios. Mal sabia eu o que estava por vir…).
É UMA FRASE COMUM DE GUERREIROS EGÍPCIOS, AVISAVA RAMA.

VOCÊ ACREDITA QUE ELES TAMBÉM TENHAM ATRAVESSADO ESTAS GALERIAS ?

RAMA:POR QUE NÃO ? AS GRANDES AVENTURAS DAQUELA ÉPOCA ERAM AS CARAVANAS À PROCURA DE GUERRAS, COM O PRINCIPAL OBJETIVO DE SAQUE EM TERRAS LONGÍNQUAS. POIS OUÇA:

“Os caminhos da vida e da morte são um só. Tu, Amenofes, que tens como espelho o Sol, talvez dentro dele encontres a paz. Os teus guerreiros, que lutam em terras longínquas para um por de sol na tua fronte. Que morra um, que morram os séculos. A vida está dentro da morte. Pontis Saltons, guerreiro da primeira expedição Deltas”.

JÁ QUE CHEGAMOS ATÉ AQUI, GOSTARIA DE LEVÁ-LO ATÉ AQUELA ELEVAÇÃO ONDE HÁ UMA GRUTA MARAVILHOSA.

AKNATON: AGORA SIM, (APÓS VER TANTAS COISAS PRIMITIVAS) ESTAMOS NUM LOCAL QUE CONSIDERO DIVINO.

TAMBÉM CONSIDERO ESTE LOCAL MARAVILHOSO. MESMO ESTA IMENSA COLUNA QUE DÁ A IMPRESSÃO DE SEGURAR A CORDILHEIRA, É TODA ELA DE CRISTAL TRANSPARENTE, FORMADA GOTA A GOTA DE ÁGUA, NUM DESAFIO DE MILÊNIOS.

TODA AQUELA BELEZA OBRIGAVA AKNATON A SENTIR IMENSO RESPEITO PELO CRIADOR. ERAM INCRUSTAÇÕES DE CRISTAIS DE VÁRIAS CORES EM TODA SUA EXTENSÃO E O MAIS ESPANTOSO ERA A ABÓBODA, ONDE OS CRISTAIS PARECIAM MILHÕES DE CANDELABROS, UM VERDADEIRO FESTIVAL PARA OS OLHOS HUMANOS. NUMA DAS LATERAIS, QUE MAIS RESPLANDECIA, A NATUREZA FORMOU COM DUAS COLUNAS, UM ENORME NICHO, MAIS SEMELHANTE A UM ALTAR GIGANTESCO. ENTÃO ENTENDI QUE POR ALI – O GRANDE SALÃO – TAMBÉM PASSARAM OS GUERREIROS E CREIO QUE TODOS. O ALTAR ERA BEM MAIOR DO QUE EU PENSAVA, UM AUTÊNTICO ALTAR DE GIGANTES. OS TERRÍVEIS GUERREIROS PASSARAM POR ALI E DEPOSITARAM SUAS OFERENDAS, POSSIVELMENTE COMO HOMENAGENS AO CRIADOR POR LHES PROPORCIONAR TANTA BELEZA. ALI ESTAVA UMA GRANDE QUANTIDADE DE ARMAS, REPRESENTANDO SUAS NAÇÕES. PERGUNTEI A RAMA O MOTIVO DE TUDO.

RAMA: OS HOMENS DO PASSADO TINHAM UMA ALMA, MAS NÃO SOUBERAM CULTIVÁ-LA. TAMBÉM ELES …SABIAM SENTIR …….E AMAR…….

NÃO ME ENVERGONHO DE DIZER QUE FIQUEI EMOCIONADO E QUE MEUS OLHOS MAREJARAM DE LÁGRIMAS. TAMBÉM EU, QUE ME SENTIA UM PIGMEU DIANTE DE TANTA GRANDIOSIDADE, SENTI UMA ONDA DE AMOR INVADIR TODO MEU SER POR ESSE SER SUPERIOR E, DENTRO DE MIM MESMO. AGRADECI AQUELA GRANDIOSIDADE QUE ELE NOS OFERTOU NAQUELE INSTANTE, SEM SABER QUE AINDA ESTAVA POR VER REVELEÇÕES INCRÍVEIS. MAS, NAQUELE MOMENTO, UM SENTIMENTO DE COMPAIXÃO ME INVADIU, PELO HOMEM QUE É SEMPRE O MESMO HOMEM DE TODAS AS ÉPOCAS, NO PASSADO E NO PRESENTE. CONSIDEREI QUE OS QUE FORAM NÃO ERAM TÃO MAUS COMO EU JULGARA. NOTEI QUE RAMA SÓ PRONUNCIAVA O NECESSÁRIO.

ERA O PASSADO DO SER HUMANO SILENCIOSAMENTE GUARDADO. PERMITI A MIM MESMO LEMBRÁ-LO COMO SENDO O GRANDE TEMPLO DOS GUERREIROS (E DAS INSCRIÇÕES QUE EU LOGO VERIA).

CONTINUAMOS A ANDAR EM SILÊNCIO. JÁ ESTAVA ME SENTINDO EXAUSTO QUANDO PERCEBI A LUZ DE UMA ESPÉCIE DE PÁTIO.

ASSIM DISSE RAMA. OLHE E GUARDE PARA SEMPRE O QUE VOCÊ VAI VER… …

E…DIANTE DE MEUS OLHOS…. COMECEI A OLHAR PARA GRANDES CÚPULAS DOURADAS NO CENTRO DE UM PATIO, COBERTO POR UMA ESPÉCIE DE CÉU TODO ILUMINADO. O IMPACTO DA VISÃO DAS CÚPULAS DOURADAS E O CHOQUE DE ALGUMA LEMBRANÇA INTERNA, TIROU-ME POR INSTANTES DAQUELE EQUILIBRIO INTERNO QUE ATÉ ENTÃO EU TRAZIA.

O SENHOR RAMA, ENTÃO, TIROU-ME DAQUELE LUGAR QUE ESTAVA ME LEVANDO A CHORAR COMO CRIANÇA E ME LEVOU A UM LOCAL – UM GRANDE SALÃO CUJAS PAREDES TRAZIAM INSCRIÇÕES E ENSINAMENTOS QUE JÁ ESTÃO SENDO AMPLAMENTE DIVULGADOS EM TODO O MUNDO.

TRECHO DAS INSCRIÇÕES DOS CALDEUS

“QUANDO A ESTRELA BAL CAIU NO LUGAR ONDE AGORA EXISTE MAR E CÉU, AS SETE CIDADES COM SUA PORTA DE OURO E TEMPLOS TRANSPARENTES TREMERAM E SACUDIRAM-SE”

PARECIA QUE AGORA O ASSUNTO ERA MUITO SÉRIO – NÃO ERAM MAIS “PIXAÇÕES”. AS DESCRIÇÕES DESCREVIAM A QUEDA DA GRANDE ATLÂNTIDA.
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Os trechos dessa Inscrição se completam com documentos antigos escritos há 4.000 anos atrás pelos CALDEUS, que se encontram no TEMPLO DE LHASA – TIBET e que descrevem a destruição da Atlântida.

“E eis que ondas de fumaça e de fogo elevaram-se dos palácios. Os gritos de angústia da multidão enchiam o ar. Buscaram refúgio em seus templos e cidadelas e o sábio UM, Sacerdote de RA-UM, apresentou-se e disse-lhes: “NÃO VOS PREDISSE ISTO?”

Os homens e as mulheres cobertas de pedras e brilhantes vestimentas, clamavam dizendo: “MU salva-nos!”

Um replicou-lhes: “Morrereis com os vossos escravos e a vossa riqueza e, de vossas cinzas, surgirão novas nações”.

Estava ali parado, estático, admirando a grandiosidade do Projeto da Grande Fraternidade Branca em utilizar a cultura atlante, decadente, na colonização de outros povos e terras primitivas pelo mundo. Os desenhos mostravam, como que uma aula sobre o assunto.

No Egito, a cultura Maia-atlante se disseminou na construção de Pirâmides.

A língua Maia também se disseminou e muitos povos, inclusive os Egípcios, conheceram e falavam a língua Maia (Essênios). Uma prova disso está naquele momento dramático da (INICIAÇÃO) Crucificação de Cristo.

Os Judeus interpretaram a frase:”ELI LAMAH ZABCTANI”, como: “Ele (Jesus) estaria pedindo a Elias que viesse salvá-lo.” A ignorância humana não compreendeu o verdadeiro significado desse grande momento iniciático de Jesus. A frase acima É DE ORIGEM MAIA E SIGNIFICA:
“OCULTO-ME NA PREALBA DE TUA PRESENÇA”. Os estudiosos da Iniciação de Jesus sabem que os Símbolos : A CRUZ, OS DOZE APÓSTOLOS, A TRINDADE E OUTROS SÃO TODOS SIMBOLOS MAIAS.

Outras Inscrições, ENTRETANDO, mereciam especial atenção, segundo o Instrutor RAMA, como:

Causas da destruição das Ilhas da Atlântida e da Ilha de Poseidonis .

Elas relatam o grande domínio da tecnologia de transporte de que dispunham e como eles transferiam tecnologia e conhecimentos para outros povos. Esta ajuda chegou nas Américas, não só através dos dirigentes Atlantes, como através dos membros da Grande Fraternidade Branca.

SOBRE A QUEDA DE POSEIDONIS

REGISTROS das Inscrições e desenhos trazem esclarecimentos que afirmam ter os atlantes de Poseidonis conseguido o domínio de lâmpadas atômicas que iluminavam os palácios e os Templos de paredes transparentes. Outros desenhos trazem homens segurando um pequeno aparelho nas mãos e através dele, levantavam, gravitavam objetos e pedras. Também informavam que os Atlantes utilizaram NEGATIVAMENTE seus conhecimentos sobre os MANTRAS NO CONTROLE DOS ELEMENTAIS e atraíram enormes desequilíbrios sobre eles.

Entre estes Abusos estavam:

Conflito de Poder nas forças morais – dominação de povos primitivos; conflito de excessos nas forças sexuais; uso de tecnologia em reprodução de seres para serem usados em escravidão; uso das forças mentais em ações involutivas; o início de uso descontrolado, abusivo, altamente involutivo em pesquisas de manutenção da vitalidade do corpo físico.

Havia um lindo desenho, acima do teto trazendo possivelmente o deus Netuno, em um carro, puxado por grandes cavalos, rodeados por uma corte de Sereias em profundo estado de veneração. Não apenas este desenho me chamou a atenção, mas outros estranhos. Outros rabiscos e desenhos eram FENÍCIOS, segundo informava e traduzia o paciente instrutor RAMA que assim disse.:

“O alfabeto Fenício – Pai de todos os alfabetos europeus – tem suas raízes no alfabeto atlante que também chegou aos Maias. Todos os símbolos Maias e Egípcios provém da mesma fonte.”

Outros desenhos indecifráveis, eram esclarecidos por Rama, como os desenhos de uma grande cidade chamada GOB. Sob as areias de um deserto estavam riquíssimos tesouros e poderosas máquinas desconhecidas. Próximos a estas máquinas, estavam desenhos de seres por nós conhecidos como Gnomos ou Seres Elementais que seriam os guardiães desses arquivos.

Podia se ver que todos os desenhos de Templos eram guardados e ainda são (os Templos submersos e os desconhecidos) por Elementais – Guardiães – seres treinados para proteger Templos, Túmulos, e Tesouros.

Quanto à AMERICA DO SUL ainda há muito o que aprender sobre o que já se passou, sôbre os arquivos extraterrestres existentes, e o que nos espera como nações.

No Brasil de hoje, milhares e milhares de sobreviventes de culturas antigas se encontram reencarnados, para este novo ciclo de TRANSIÇÃO PLANETÁRIA em que vivemos.

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http://web.prover.com.br/nominato/83.htm
http://web.prover.com.br/nominato/84.htm

http://www.caminhosdeluz.org/A-102B.htm

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